Blog da Morg


Cinema, reality show ou nada que se pague muito caro..Afinal, ganhamos pouco, né?

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 31, 2008

Atualmente, venho percebendo que o custo em relação a programas de diversão vem aumentando significadamente. Ir ao cinema, alugar um filme, ir ao jogo de futebol custa… e custa muito caro.

Aqui em Porto Alegre a felicidade em pegar um cineminha é contemplada por 10 reais por pessoa. Logo, multiplicamos por 2, afinal ninguém vai ao cinema sozinho. Ainda não podemos nos esquecer do estacionamento e das guloseimas. No final da brincadeira a noite acaba saindo mais de 25 reais, isso se não for no final de semana é claro.

Sendo assim, como o brasileiro pode fugir do comodismo exarcebado de sua programação televisionada diária? Assistir as novelas é muito mais simples do que pegar o carro ou taxi para ir , até mesmo , na locadora ou no jogo de futebol. Não podemos exigir dos canais de televisão um modelo exemplar, afinal de contas eles não são instituições educacionais, e sim redes voltadas para o lucro financeiro.

Portanto, fica evidente que sair de casa custa caro ( não falando do risco que a gente corre sem nos proporcionarem a devida segurança ) e ficar em casa é algo do tipo monotono mas conveniente. Em suma, os indivíduos , hoje , devem procurar a felicidade e a cultura em ações cotidianas ( isto é, nada de gastar dinheiro ! ). Ainda há passeios em que são minímos os gastos, como, por exemplo, ir na praça, caminhar na beira do lago, tomar um chimarrão com os amigos. Afinal de contas essa é uma programação boa..Já o filme não dá pra saber como se desenvolveu o enredo ( imagina pagar mais de 25 reais e ser uma m*%# ) o placar do jogo pode não ser o mais favorável ao seu time..E o dvd alugado na locadora pode vir cheio de riscos e proporcionar um stress ao trabalhador já cansado da vida moderna!

TE AMO AMOR!

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 31, 2008

É visível a falta de paixão nos relacionamentos modernos. Se apimentamos demais .. o sabor azeda. Esses condimentos são o cíume e o mela-cueca em geral. Mas melhor um querido pra cá um amorzinho pra lá do que alguém sempre te recriminando pelas tuas ações.

Contudo, como não ser ciumento atualmente? Acordamos e a primeira coisa que olhamos é o jornal estampados de mulheres bonitas e significamente expostas. Depois ligamos a tv e vemos todos indivíduos praticamente nus. Vamos para internet e somos rodeados de programas que são baseados no relacionamento. Logo, a chave para o casal ou para qualquer laço é a CONFIANÇA.

Nada melhor do que um elo com muita confiança. Se ficarmos com ciúme, estamos apenas dando boas dicas para a pessoa que estar ao nosso lado focar a atenção em outro alguém.

Ainda também percebo que se os relacionamentos antes eram a moda antiga e nada melhor do que continuar reclamando do parceiro porque ele deixou a cueca no chão, a garota esqueceu a calcinha lavada no banheiro, ou pior, o namorado fez xixi no chão!

Eu amo meu namorado e a conselho a todos um bom te amo de manhã cedo, á noite, a qualquer hora! Porque simplesmente amar , hoje , é o sentimentos que poucos podem expermentar e aproveitar.

Da janela do meu quarto

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 24, 2008

Da minha janela – não que eu aparente ser alguém do tipo fofoqueira – posso visualizar inúmeras famílias, constituida de diversos membros ( sejam eles animais ou sejam eles humanos ) . Além disso, sei da rotina de todos – não por que eu espie, mas porque adoro critica-los. Talvez alguém faça o mesmo comigo. Esse cenário parece o verdadeiro Big Brother.

Garotas dançando peladas pela casa, imitando posições sensuais na frente do espelho e abrindo as janelas para ver se chamam a atenção de algum morador. Meninos de madrugada vidrados na tela de lcd de seus computadores – porém, mal posso imaginar o que estão olhando. Idosos regando as plantas sem nenhuma vestimenta. Além disso, há também o casal extremamente apaixonada que quer demonstrar para o mundo inteiro, ou pelo menos para o meu prédio, que eles estão em completa lua de mel.

Logo, é evidente que queremos e sempre estamos almejando mais privacidade, muito mais liberdade, anseamos pelo livre, pelo sem regras. Contudo, precisamos saber o limite, saber o que é correto. Exigimos todas as leis, tentamos cumpri-las fora de casa e alguns até dentro, por que nesses apartamentos deve haver alguém que mande, o pai dessas garotas ( acho que elas não tem pai, somente uma mãe muito mal humorada ) , a mãe desse garoto sem limites, a esposa do velhinho sem noção e o bebê que deve est ar a caminho para o casal apaixonado.

Por que queremos ser tão puros e mudarmos quando estamos em nossos aposentos? Criticamos tanto as celebridades que fazem top less em casa e aparecem nas revistas, apontamos os defeitos do ator que virou alcoolatra depois de alguns copos de vinho, odiamos a tal mulher que saiu na revista nua mas tem cara de santinha.

Devemos olhar mais para nossas atitudes, até mesmo dentro de casa, quando estamos sozinho, porque de algum modo alguém sempre pode estar nos observando. Além disso, precisamos, nesse mundo composto de muitos e de  poucos pudores parar de ser hipocrita e vermos que , as vezes, temos as mesmas atitudes daqueles que recriminamos ou pelo menos daqueles que olhamos pela janela.

Espirítos 2 – Você nunca está sozinho

Enviado em Filmes por Morgana Gualdi Laux no Março 24, 2008
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Não é tão bom quanto o primeiro filme, mas também menciona as idéias diferentes de como alguém volta para mostrar o lado perverso de outro alguém. Não precisa ter irmãos para saber como a ligação é forte entre os membros de uma família. Logo, imagina ter uma irmã gêmea e siamesa? Realmente os elos são visíveis entre elas, uma vez que cada uma vive a existência da outra.

O filme tem uma idéia original como trazer a jovem Pin as lembranças de Ploy, sua querida parente. Contudo, não somente por isso, por que, ao longo da trajetória, nos deparemos com fatos que Ploy busca contar surpreendendo os telespectadores.

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Plantando Morangos

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 23, 2008
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No interior há uma pura liberdade da qual desconhecemos na cidade urbana. As filosofias adotadas pelos indivíduos desprovidos de qualquer recurso fundamental por perto é a vida simples e calma.

Na capital estamos acostumados a freqüentar festas, ir ao hospital para se consultar, chamar a polícia quando alguma pessoa está passando dos limites. Nos interior do interior do Rio Grande do Sul não há por que chamar a polícia, uma vez que não existem vizinhos fora da lei. Além disso, não há hospital porque os parentes , que habitam as casas ao lado , ajudam os outros com plantas para chás caseiros. Eles também são os mesmos que se reunem aos domingos para comemorar mais um ano que se passou, mais um filho que virá, mais muitas coisas.

Ir para a serra da serra ( que na verdade é reconhecida por Cuesta ) é esquecer todos aqueles luxos, ou seja, materiais que colocamos como prioridade número um. Se por um lado na cidade observamos a televisão mencionar somente assasinatos, pedofilia, politicagem e roubalheira, no interior não precisamos acordar e ligar nosso aparelho para estarmos totalmente informados.

Entretanto, alguma vez pode aparecer aquele sentimento horrível, de vazio: o tédio. Estar longe de tudo e de todos pode parecer extramamente incômodo. Como se desprender do meu telefone que não aparenta ter sinal? Como deixar o meu mp4 de lado porque acabou sua bateria e não há como carregar? Como dirigir a minha Mercedes em estrada de chão batido feita por pedras absurdamente grandes( que podem simplesmente arranhar o meu carro de luxo ) ?

Logo, existem pessoas e pessoas. Há aquelas que vivem calmamente, plantando seus morangos, realizando as mesmas atividades e desconhecendo notícias que apenas refletem a curiosidade do ser humano pela vida alheia. Já existem aqueles que não podem perder um capítulo do Big Brother para saber quem ganhará o carro ( apesar da prova durar 10 horas ) e sobem no telhado da casa nos pampas para ver se o telefone demonstra ter sinal. Para que? Para ligar para o parente que mais aproveita o entretenimento moderno e saber quem ganhou a prova!

MORGANA GUALDI LAUX

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Cotas na Universidade

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 18, 2008
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O assunto mais atual e mais polêmico com certeza se refere as cotas. Será esse sistema justo em nossa sociedade? Aliás, o vestibular é um processo seletivo justo? Para implantar indivíduos carentes, estudantes de escola pública, negros e deficientes fisícos as instituições aderiram a esse recurso. No entanto, sabemos que muitos dos cotistas que conseguiram sua vaga não fizeram o minímo esforço por ela, ou muitos também receberam o sistema de cotas como um benefício, ou seja, estudaram em escola pública mas os pais tem dinheiro o suficiente para pagar um pré-vestibular e, até mesmo, uma faculdade particular.

Por que mencionar esse indivíduos como prejudicados pela sociedade? Inúmeras são as instituições bem requisitadas em nossa estado e, muitas vezes, não é a escola que faz o aluno ser aprovado e sim a capacidade e a dedicação dele. Ser negro, ser deficiente, estudar em escola pública não é motivo para se inferiorizar, uma vez que não é nenhum desses requisitos que faz o estudante ser o melhor e sim a força de vontade, mas por enquanto as faculdades ainda acreditam que são esses critérios que faz esquecer as deficiências do ensino básico, a falta de recursos em escolas no interior, assim como a falta de transporte escolar.

Símbolo de superação é o brasileiro Ricardo Oliveira da Silva de 19 anos, deficiente físico mas vencedor das Olímpiadas de Matemática. Sendo assim, o que falta não é inserir esses jovens na faculdade. Entretanto, lhe dar infra-estrutura.

A ordem é ser igual.

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux no Março 18, 2008

O que é ser normal em nossa sociedade? Como podemos definir esse conceito?

Atualmente, percebemos que a normalidade se dá por meio de modelos iguais, jovens reproduzindo sempre um protótipo estabelecido pela indústria da moda. Entretando, muitas vezes, eles se esquecem dos valores morais e dos valores étnicos. As japonesas, por exemplo, realizam cirurgias para eliminar os traços orientais nos olhos. No entando, será que essa atitude reflete algo normal? Nós, mulheres brasileiras, introduzimos em nosso corpo próteses de silicone para imitar um padrão de estética perfeito das americanas.

Logo, onde está a normalidade que procuramos em nosso meio? Diferente do que muitos pensam, ela está presente nos seres mais discretos e mais autênticos. Ser normal não é uma questão de traduzir fielmente os padrões da moda, mas sim de agir naturalmente, realizando ações que refletem a individualidade da pessoa e não o gosto popular.

Em suma, a normalidade é atribuída aos que não seguem com forte impulso os padrões determinados por uma sociedade. É triste saber que inúmeras garotas mutilam seus corpos para se assemelharem a outras.Sendo assim, se esse conceito equivocado permanecer na mente dos jovens, teremos inúmeras raças extintas e uma série de pessoas iguais.

Texto escrito por MORGANA GUALDI LAUX

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Antes Que Termine O Dia

Enviado em Filmes por Morgana Gualdi Laux no Março 17, 2008
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O filme que irei comentar hoje é um dos meus preferidos: Antes que termine o dia. O drama é para assistir ao lado do namorado, ou se você não tem nenhum companheiro vai chorar ainda mais de vontade de ter um!
A obra tem mensagens como dar menos importância a coisas pequenas e amar como se fosse um momento único .
Ian ( interpretado por Paul Nicholls ) acorda e percebe que pode mudar a realidade, posto que o dia que está para vivenciar é exatamente igual ao seu sonho. Sendo assim, o personagem se lembra dos momentos ruins que estão para acontecer e tenta burlar essas dificuldades, principalmente por que elas estão relacionadas a sua namorada Samantha ( interpretada por Jennifer Love ). Ao decorrer do dia, ele realiza todos os desejos dela. No entando, a noite chega e com ela a parte mais importante do filme!
Assistam!
Nota.: 10

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Madrugada dos Mortos

Enviado em Filmes por Morgana Gualdi Laux no Março 16, 2008
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Ontem assisti a mais um filme de terror. Estava ansiosa para ver, mas no final das contas pareceu ser mais um filme igual aos outros. Madrugada dos Mortos prende o telespectador até o final mas deixa a desejar bem no desfecho da obra.

No primeiro momento não dá para entender a origem dos zumbis assim como eles sobrevivem no enrolar da trama sem carne humana.

Além disso, critiquei o final da trama porque achei fraco demais. O grupo de pessoas reunidos no shopping tentando sobreviver encaminha-se para uma ilha, mas chegando lá ela também tá enfestada de zumbis. O final perfeito seria se um dos próprios indivíduos do grupo estivesse contaminado e o bando soubesse só depois de chegar no tal refúgio.

Os critérios positivos são os zumbis, eles são toscos mas bem feitos. Não são obras digitais.

Nota.:6

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