Blog da Morg


Post no blog do david coimbra

Enviado em 1 por Morgana Gualdi Laux em outubro 22, 2009
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Vale a pena conferir a matéria que eu produzi para o jornalista David Coimbra:

http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&pg=1&template=3948.dwt&tipo=1&section=Blogs&p=1&coldir=2&blog=219&topo=3951.dwt&uf=1&local=1

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tic-tac…tic-tac…

Enviado em 1 por Morgana Gualdi Laux em setembro 11, 2009
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Desde o início de nossas vidas, somos disciplinados a viver de dois modos diferentes: o primeiro com ansiedade, correndo contra o tempo, preenchendo todos os minutos com atividade reguladas pelo relógio. O segundo fica por conta de uma rebelação, ou seja, pelo não cumprimento das obrigações, pelo esquecimento das responsabilidades e pela livre vontade. É o comum “deixa para lá”. Eu optei, infelizmente, pelo primeiro desde o início da vida. E acho que muitos do que me rodeiam também.
Pode-se dizer que vivo feliz até agora, com meus quase vinte anos. Entretanto, recentemente, questiono-me sobre o transcorrer da minha existência : “O que aproveitei da minha vida?”, “O que realmente me fez e me faz feliz?”. Acabei por encontrar algumas respostas, depois de tantos pensamentos obscursos.
Perpetuamente senti o desejo crescente de esquecer tudo e de apagar todos os compromissos da minha agenda. No entanto, nunca consegui esse feito. Sempre apresentei a obrigação de responder pelas minhas ações próprias. Agora, nesse momento, observo que muito do que fiz, eu poderia ter deixado de fazer. Eu poderia ter dormido mais, ter faltado algumas aulas, ter preservado algumas amizades ou ter, simplesmente, deixado o tempo passar, sem meus livres impulsos e sem aquela responsabilidade presa a ansiedade cotidiana.
No final, sou produto de um modo de vida que atordoa os pensamentos das pessoas. Sou habituada a estudar feito robô, a trabalhar sem questionar e a produzir sem pensar. Assim como eu, outros também planejam atividades a serem cumpridas, mas ao menos sabem a razão de fazê-las. Esquecem dos amigos, de uma boa tarde de preguiça, tudo por levar em conta um modelo globalizado. Certo dia, uma professora questionou os alunos sobre o porque de realizar a faculdade de jornalismo e nenhum soube responder o motivo pelo qual escolheu o curso.
Talvez alguns saibam o porquê da Comunicação Social, mas talvez alguns só esperam o ponteiro do relógio se mover. Fazem das escolhas simples marcas de tinta em um papel, porque as escolhas são apenas responsabilidades. Marcar em um papel uma graduação, estagiar sem ter experiência, produzir matérias ou ler livros sem sentido fazem parte de um estilo de vida: o ansioso, o de atividade regulados pelo barulho inevitável do relógio.

Quando chega a hora…

Enviado em pessoal por Morgana Gualdi Laux em setembro 1, 2009

O meu maior medo sempre foi a morte. Acho triste toda a questão filosófica em torno da polêmica de onde viemos e para onde vamos. Nunca questionei nada disso e nunca encontrei respostas nas religiões ou em algo parecido. Tenho medo de me despreender das paisagens mais belas, dos sentimentos mais comuns, da felicidade. Sinto tristeza, pois sei que vou partir de um mundo no qual não aproveitei muito ou, simplesmente, apenas tenho a sensação de não ter aproveitado todos os momentos como eu gostaria.
Terça-feira passada, meus pais, de acordo com a minha opinião, tomaram uma das decisões mais importantes de nossas vidas: sacrificar o nosso bicho de estimação. Há algum tempo ele apresentava um comportamento estranho e colocava em risco a nossa segurança, tentando nos morder perigosamente. Ele também parecia sofrer, debatendo-se e abrindo feridas pelo corpo. O Pirata, sem dúvidas, era lindo, meigo e afetuoso e é disso que me lembro até agora.
Foi uma decisão difícil e que provoca lágrimas até agora no rosto da família inteira. Meu pai chorou tristemente, como eu nunca tinha visto. Minha mãe não se habituou com a ausência dele em casa. Imaginamos os motivos pelos quais ele teria se tornado agressivo. No entanto, damos a ele quatro anos e meio de muito amor. E também várias oportunidades, várias idas ao veterinário. Não faltou carinho, ração da melhor qualidade e brincadeiras a qualquer hora.
Mas é triste. Até agora eu me lembro dos momentos que deixei de vivenciar ao lado dele. Fico triste de não ter deixado ele amassar algumas folhas do meu caderno e de não ter mordido alguns dos meus tênis. Hoje, eu deixaria ele pegar a bolinha na corrida, deixaria ele passear mais pelo espaço fora do apartamento, deixaria ele dormir mais na minha cama. Hoje, eu faria tudo aquilo que não fiz. Eu realizaria todos os desejos dele, pois sei que amei o bastante ele, mas não aproveitei tudo que poderia aproveitar ao lado dele.
Pirata, tu será inesquecível na minha vida. Não haverá gato para te substituir. Só ficaram as melhores lembranças, pode ter certeza.

Um pedaço de Buenos Aires no Centro Histórico de Porto Alegre

Caminho dos Antiquários se espelha em feiras internacionais para tornar bairro mais agradável

Todos os sábados do mês, exceto quando chove, curiosos, apreciadores de antiguidade e moradores do bairro Centro Histórico de Porto Alegre podem conferir as atrações do Caminho dos Antiquários, que iniciam às 10 horas da manhã e finalizam por volta das 16 horas da tarde. A atração cultural acontece na Rua Marechal Floriano Peixoto e se estende até a praça Daltro Filho, a famosa Praça do Capitólio. No evento, peças decorativas, tapetes importados, relíquias de guerra e exemplares inusitados são encontrados á venda. O Caminho dos Antiquário foi idealizado há cerca de cinco anos, quando donos de lojas de Porto Alegre visitaram feiras em países como Buenos Aires e Montevidéu. Nas capitais argentina e uruguaia, eles encontraram uma concentração grande de antiquários e a exposição de mercadorias nas calçadas em uma dia da semana.
A Capital foi beneficiada com o surgimento do Caminho dos Antiquários, pois a grande concentração de lojas de antiguidade no Centro Histórico proporcionou a concretização de um evento que desenvolve o comércio e possibilita a criação de um ponto turístico agradável na cidade. “A Feira do Caminho Antiquários de Porto Alegre é inspirada na de San Telmo, de Buenos Aires, e na de San Hevar, de Montevidéu e também no Mercado das Pulgas, em Paris, que funciona da mesma forma”, explicou Paulo, coordenador e idealizador do evento em Porto Alegre.
Paulo, também proprietário há 20 anos de um dos antiquários, comentou sobre os motivos que o levaram a participação na feira. “Os antiquários expõem na calçada as mercadorias, e como em Porto Alegre temos o privilégio de ter um núcleo de antiquários concentrado no mesmo local, nós resolvemos investir na possibilidade de nos espelharmos no sucesso internacional que são as feiras, para criar um ponto turístico agradável, mas também para desenvolver o comércio e para tornar o Centro Histórico mais agradável”.
O Caminho dos Antiquários atrai um público formado por todas as faixas etárias e diferentes classes sociais. No sábado, crianças, casais e idosos contemplam os objetos antigos, as butiques e a produção de artesanato. “Nós temos por exemplo crianças que admiram antiguidade e também pessoas de mais idade, porque nós trabalhamos com história, que tem vida, tem energia, tem qualidade, características não encontradas nas peças atuais, da era do descartável. Nós trabalhamos com peças do início do século 19 e 20 e que estão intactas. Vão durar mais 100 ou 200 anos, pois foram confeccionadas de uma forma para que isso acontecesse”.
O perfil do público visitante do Caminho dos Antiquários compreende todas as idades, pois são pessoas que frequentam a feira por admirar o belo dos objetos antigos. “São várias as faixas etárias e também classes sociais. Você pode admirar o belo e ser uma pessoa com menos posses ou você pode ser uma pessoa com muitas posses e ser cliente de uma loja popular de móveis”, informou Paulo.
No entanto, quem admira pela primeira vez a feira se surpreende com as peças expostas na rua e com o modo de realização do evento. “Eu acho muito interessante a abertura de uma feira ao ar livre para que o público possa ver melhor os produtos, pois muitas vezes eles ficam dentro da loja e o pessoal não entra. Na rua, ao ar livre, fica muito mais interessante”, opinou Silva de Francesqui, guia de turismo que foi a feira para tentar vender um suporte de uma máquina antiga e conhecer o Caminho dos Antiquários.
Acompanhada pelo marido, os dois voltaram aos tempos antigos, com lembranças: “ Para mim, por exemplo, o que me cativa é a lembrança. Eu estava olhando um banco imobiliário e eu tenho um idêntico ao que está exposto. Então, olhar tudo isso é voltar no tempo. A música que está tocando também facilita”, comentou Beline Marçal Gonçalves, marido de Silva, ao som de Unchained Melody, de Elvis Presley.
O Caminho dos Antiquários, que conta com 20 lojas e 40 expositores tem música transmitida ao vivo. O público pode retornar a tempos remotos, escutando blues ao vivo com a banda Blue Grass, em que toca Petracco, ex-integrante da banda TNT e também da Trem 27 (grupo ganhador do Prêmio Açorianos de Música como Melhor grupo POP/Rock em 2003). “Eu acho sensacional participar do Caminho dos Antiquários. Da última vez que nós estivemos aqui eu me emocionei de ver uns velhinhos dançando tango. Nós fomos muito bem recebidos”, disse o músico.
Atualmente, o Caminho dos Antiquários é uma alternativa para reviver momentos nostálgicos, seja pelo ambiente, seja pela questão sonora. Contudo, mais informações sobre a feira podem ser acessadas também por meio da web, no endereço eletrônico: www.caminhodosantiquarios.com.br.

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- Matéria realizada para a disciplina de Técnicas Digitais.

Cada um realizou uma parte do trabalho. Então posto aqui o texto, que originalmente fiquei responsável e as fotos que eu tirei.

Obesidade, a vilã silenciosa no Brasil

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux em julho 30, 2009

Doença mata mais que a AIDS no país

Morgana Laux

Apesar dos grandes riscos que envolvem doenças como a Aids, pesquisas realizadas pelo Ministério da Saúde apontam que a obesidade mata mais que o vírus da imunodeficiência. Anualmente, 80 mil indivíduos morrem no Brasil em decorrência das complicações provocadas pelo excesso de gordura no corpo. Devido a esses e outros fatores, o governo gasta cerca de R$ 1,45 bilhão ao ano no combate e prevenção de doenças relacionadas a obesidade, como diabetes, hipertensão, problemas cardiovasculares e emocionais.

Conforme o Ministério da Saúde, os índices de 2009 apontam que 13% da população brasileira é obesa. Os números relacionados ao sedentarismo diminuíram entre 2006 e 2008, no entanto, a proporção de obesos continua crescendo no Brasil. Um levantamento de dados realizado por telefone em 27 capitais constatou que 43,3% dos moradores delas estão com excesso de peso. Porto Alegre é, entre os grandes centros, a cidade que apresenta índices mais preocupantes: quase metade da população está acima do peso (49%) e 15,9% são obesos, constatou a pesquisa.

O aumento de peso não está relacionado com a renda financeira do indivíduo, mas, sim, com o que ele come. Os hábitos alimentares influenciam na questão do peso, já que brasileiro tem optado por comer fora de casa, optando com freqüência pelas refeições rápidas, os fast foods.

A alimentação baseada em lanches como cachorro quente, sanduíche, cheese burger e outros, entretanto, traz prejuízos lentos e graduais ao corpo humano. Fernanda Guidi Colossi, nutricionista do Centro da Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital São Lucas da PUCRS, alerta que obesos tendem a ter cansaço e apnéia do sono, pois o acúmulo de gordura na faringe faz a pessoa roncar e ter pausas respiratórias enquanto dorme, isso pode levar ao aumento de pressão e também à possibilidade de derrame. Pedra na vesícula, assim como gordura no fígado, refluxo esófagico e tumores no intestino também são doenças relacionadas ao excesso do peso. Outro problema que obeso sofre com freqüência é a diminuição da auto-estima e até a depressão.

A especialista também orienta as pessoas que apresentam alguns quilos a mais a fazer uma dieta equilibrada, que consiste, sem dúvidas, no auxílio do profissional da área. “Para reverter o quadro de 80 mil pessoas mortas por ano em decorrência da obesidade, seria preciso intervenções precoces com orientação nutricional preventiva desde a infância, facilitando acesso ao tratamento para modificar curso da doença antes de já termos comorbidezes associadas, ou seja, A presença de doenças associadas à obesidade”.

Além disso, Fernanda alerta para a demora na procura de ajuda profissional, o que acontece somente depois da descoberta de doenças. “Normalmente as pessoas procuram o profissional de saúde após alguma doença instalada, não é habito uma busca com objetivo de prevenção. A busca vem após um infarto, alteração em exame laboratorial, peso desajustado, internação hospitalar, etc. O ideal seria que as pessoas buscassem saber como deveria ser sua alimentação para que não desenvolvessem problemas de saúde”.

Para diminuir o índice de obesidade é preciso recorrer a métodos saudáveis. “A prática de exercícios pode ajudar consideravelmente, mas o melhor é a associação entre atividade física e alimentação equilibrada, mas o exercício já diminui o risco”.

Como saber se a pessoa é obesa?

Para saber a respeito do índice corporal, basta realizar o IMC, ou seja, um método simples e amplamente difundido de se medir a gordura corporal. O IMC é calculado da seguinte forma: dividi-se o peso do indivíduo em quilos pelo quadrado de sua altura em metros. Segundo o valor do cálculo é estabelecido o seguinte padrão:

* IMC menor que 18.5 é abaixo do peso
* IMC entre 18.5 e 24.9 é normal
* IMC entre 25.0 e 29.9 é acima do peso
* IMC entre 30.0 e 39.9 é obeso/a
* IMC de 40.0 ou mais é severamente (ou morbidamente) ‘obeso(a)’

obesidade

Matéria presente no jornal Hipertexto – edição de julho

Participação no blog do zh zona sul

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux em julho 30, 2009
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Olá pessoal!
Bem, só para lembrar, estou participando também do blog do zh zona sul.
O endereço é www.zerohora.com/blogdozhzonasul

Acessa lá. Hoje, inclusive, o post é meu.
:)

Retorno…

Enviado em pessoal por Morgana Gualdi Laux em julho 29, 2009

Amanhã é o dia para ver como o meu gatinho está.

Não escondo, estou com saudades dele, mas estou com saudades de quando ele era carinhoso. Nós nos acostumamos com a presença dele, sentado na poltrona e abrir a portão e não vê-lo, realmente incomoda.

Mas vamos esperar para ver como ele retorna.

Por enquanto mais fotos do Pirata:

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Estágio: encrenca ou não?

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux em julho 28, 2009
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Domingo costumo ler o jornal com mais calma, sem a pressa normal da semana ou qualquer correria. É verdade que encontrei uma matéria muito importante, sobre estágios, mas com poucas informações.
Nela, constavam relatos de alguns estudantes que enfrentaram problemas em empresas, por elas não cumprirem a legislação.
O assunto da matéria era ótimo, porque muitos estagiários sofrem. No início do ano, eu estava saindo do primeiro semestre e muito feliz. Então resolvi procurar um estágio e, sem dúvidas, aquele que oferecia a bolsa com menor valor foi o que me chamou. Não me importei com a grana, pois o importante era a experiência, ou seja, o estágio serve como complemento da graduação. Se não se realizar um estágio, por mais que seja voluntário, não pode-se colocar em prática os ensinamentos do curso.
No entanto, fiquei pouco no meu primeiro estágio não obrigatório e remunerado. Foram ao total dois meses e pouco. Eu não aceitei a falta de ética do profissional que trabalhava comigo, afinal ele queria me pagar pela metade o vale transporte, pois alegava que eu tinha direito a passagem pela metade por ser estudante. Intrigada, resolvi investigar melhor e, claro, ele estava mentindo, pois o valor pela metade da passagem é concedido somente quando o estudante está se dirigindo a universidade. Então, o meu chefe queria pagar pela metade, sem ter direitos. Além disso, o ambiente era ruim mesmo, eu não podia lanchar com calma, não podia conversar com a minha única colega. Resolvi então sair do estágio.
Mas essa não foi a única situação difícil que já passei. Em um entrevista de estágio um senhor tentou me convencer que era ótimo viajar por muito pouco, pois se ganhava a experiência, mesmo faltando aula. Não acreditei no que escutei e saí frustrada da entrevista, pois na carta de encaminhamento nada constava sobre viajar. E, além disso, não faltar as aulas e ter um bom desempenho é muito importante.
Então, você sabe algo sobre a lei de estágios?
Já sofreu por entrar em uma empresária e se frustrar?

Algumas informações:
- Estágio: No dia 26/09/08 foi publicada a lei nº 11.788/2008 que dispõe sobre as novas regras para os contratos de estágio. Algumas dessas alterações são: a limitação da carga horária em 6 horas diárias e 30 semanais para o estudante, a obrigatoriedade do pagamento de bolsa-auxílio e auxílio transporte para ele, assim como a obrigatoriedade da parte concedente de estágio de contratar, em favor do estagiário, seguro contra acidentes pessoais, a obrigatoriedade da concessão de recesso remunerado de 30 dias após um ano de estágio e proporcional para estágios com duração de menos de um ano, a limitação do tempo de estágio de 2 anos no mesmo local, de profissionais liberais, devidamente registrados em seu respectivo conselho, contratarem estagiários.
Vale lembrar que a contratação de Estagiários não é regida pela CLT e, por isso,não tem piso de remuneração preestabelecido. Sendo assim, a Bolsa-estágio é determinada pelo que for combinado por livre acordo entre a Empresa e o Estudante e deverá estar explicitado no Contrato de Estágio, em conformidade com a Legislação vigente. Como o estágio não é regido pela CLT, o estudante também não tem encargos sociais como FGTS, INSS, 13º, aviso prévio. Entretanto, férias de 30 dias, a cada 12 meses de estágio, ou proporcionais em casos de período menores, gozadas ou indenizadas, são obrigatórias, bem como a concessão do vale transporte.
O período de contratação do estagiário, normalmente de seis meses, pode ser rescindido a qualquer momento através de simples notificação, sem ônus para as partes. As renovações de Contratos podem ocorrer por até dois anos, enquanto o estudante freqüentar aulas, de nível médio ou superior, regular ou profissionalizante.

Gripe A

Enviado em Atualidades por Morgana Gualdi Laux em julho 28, 2009
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Estou preocupada com a gripe A.
Apesar de saber que a gripe comum mata centenas de pessoas, a nova gripe também faz a gente se preocupar.
Faltam poucos dias para começar as aulas na PUCRS e estou pensando se eles não irão adiar o início do segundo semestre letivo.
Penso isso porque muitos dos meus colegas viajam para a Argentina ou países vizinhos e poderiam trazer consigo a doença. Outro detalhe importante é que circulam muitos alunos pelo campus.
No entanto, agora, só resta esperar para ver o que irão comentar sobre a nova gripe.
Mas, você está com medo?
Já pensou na questão volta ás aulas?

Conta aí!

Será que é a hora?

Enviado em Outros por Morgana Gualdi Laux em julho 28, 2009
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No momento, estou vivendo uma situação muito difícil. Antigamente, eu já havia comentado sobre meu bichinho de estimação aqui no blog, pois ele estava estressado e avançando nos próprios donos. Agora, a situação piorou, pois os ataques estão mais frequentes. Resolvemos, eu e os meus pais, então, levar o meu gato ao veterinário mais uma vez.
O Pirata sempre foi um gato muito meigo e dormia comigo. Era brincalhão e adorava bolinhas feitas de papel. Foi uma mudança brusca, de uma hora para outra. Chegando no veterinário, eu relatei todas as características que eu mencionei.
É triste trilhar o caminho da clínica pensando em abandonar o animal que passou mais de quatro anos ao meu lado, brincando, servindo de modelo para as fotos. O Pirata estava colocando em risco a segurança de todos aqui em casa e isso, sem dúvidas, é o mais triste, pois ele parecia um companheiro fiel. Para mim é como se ele fosse o meu melhor amigo, substituindo qualquer cachorro.
O veterinário recomendou dois ou três dias de internação na clínica. Nesse exato momento ele está lá. Minha mãe ligou para saber o estado do Pirata e as secretárias informaram que ele está bem e não apresentou nenhum quadro de stress ainda.
Então, eu não sei o que fazer. Estou triste porque aqui em casa o Pirata não se sente bem. Além disso, muito foi pensando sobre sacrificar o bichinho, pois se ele coloca a segurança das pessoas em jogo é perigoso.
Realmente, não sei o que fazer, mas sei que eu amo ele. Quinta-feira, o veterinário irá conversar com a gente..,
E você, já passou por algo parecido?
Alguma vez precisou doar o seu bichinho ou, até mesmo, sacrificar?
Quando é a hora de abrir mão da nossa felicidade para dar paz ao animal?

Pirata 048

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